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Posse do eleito novo presidente dos EUA Joe Biden, é realizada sem público

Cerimônia contrasta com ostentação planejada por Trump na despedida do cargo, horas antes do juramento de presidente eleito.

POLÍTICA | 19/01/2021 - 09:33:34

 A pandemia do novo coronavírus e a ameaça de protestos violentos ditaram as regras da posse de Joe Biden como o 46º presidente dos EUA. Remodelada e sob forte proteção militar, sem público - representado por 200 mil bandeiras enfileiradas no National Mall, sem desfile e bailes, a cerimônia é mais um reflexo da transição de poder mais insólita da História moderna.

Não custa lembrar que, há quatro anos, o casal era recebido nas escadarias do Pórtico Norte da Casa por Michelle e Barack Obama, que oito anos antes foram ciceroneados por Laura e George W.Bush, saudados em 2001 por Hillary e Bill Clinton.

Nos últimos 150 anos, a tradição desse rito de passagem sempre esteve acima de qualquer divergência política e partidária. O atual presidente, no entanto, rompeu com todas barreiras da civilidade nos dois meses que se seguiram à derrota nas urnas. Jill e Joe Biden serão recebidos pelo porteiro-chefe da Casa Branca, enquanto Melania e Donald Trump já estarão a 1.600 quilômetros de distância, no resort Mar-a-Lago, na Flórida.

O atual presidente inviabilizou a própria presença na cerimônia de quarta-feira, a ponto de ser esnobado pelo presidente eleito: “É uma das poucas coisas em que eu e ele concordamos.”

Como sintetizou o consultor David Axelrod, ex-estrategista de Obama, Trump tomou a decisão certa ao se ausentar da cerimônia no Capitólio. “Teria sido profano vê-lo sentado nos mesmos degraus onde a turba que ele incitou havia atacado duas semanas antes.”

No juramento no Capitólio, Biden terá a companhia de outros antecessores -- Clinton, Bush e Obama. O distanciamento social imposto pela pandemia afastou o público da festa e livrará os americanos da controvérsia infantil que caracterizou Trump no primeiro dia como presidente: a disputa pelo recorde de público na posse.

Os tempos exigem contrição. Com quase 400 mil mil mortos, o país está de luto. Não há clima para desfiles pelo National Mall nem para o périplo do casal presidencial, à noite, por bailes de gala em Washington, que serão substituídos por um concerto virtual.

A escala reduzida da posse contrasta, contudo, com a cerimônia de despedida que Trump planeja para si próprio, de manhã cedo na Base Aérea de Andrews em seu último ato como presidente. Terá direito a saudação com 21 tiros, tapete vermelho e guarda militar. Num incentivo à aglomeração, cada convidado pode levar mais cinco. Mas a lista de confirmações, por enquanto, está diminuta.


Fonte: G1 MT


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