Gaúcha do Norte,11 de Dezembro de 2018 - Terça Feira

Febre amarela: chega a 300 o número de mortes confirmadas desde julho

Casos subiram para 920. Minas Gerais e São Paulo ainda são estados mais afetados.

15/03/2018 - 06:02:25


Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (14) que 300 pessoas morreram devido à febre amarela no Brasil de 1º de julho de 2017 até a terça-feira (13). Desde o ínico da contabilização desses dados, foram recebidas 3.483 suspeitas da doença, sendo que 920 casos foram confirmados. Outros 769 permanecem em investigação.

Crescimento dos casos da doença em 2018

Gráfico feito de acordo com a divulgação dos boletins epidemiológicos

Número de registrosCasos confirmados9/116/124/130/17/216/220/228/26/314/302004006008001000

Fonte: Ministério da Saúde

Desde o último boletim epidemiológico da doença, divulgado há menos de uma semana, novos 74 casos e 40 mortes foram confirmados em todo o país pelos órgãos de saúde.

Minas Gerais continua o estado mais afetado pela doença, com 415 casos e 130 mortes. São Paulo ocupa o segundo lugar, com 376 pessoas afetadas e 120 óbitos.

Estados com casos confirmados de febre amarela

ESTADO

Nº DE CASOS

MORTES

Minas Gerais

415

130

São Paulo

376

120

Rio de Janeiro

123

49

Espírito Santo

5

-

Distrito Federal

1

1

 

Fonte: Ministério da Saúde

Em comparação com o mesmo período do ciclo anterior, de julho de 2016 até a mesma semana de março de 2017, há uma alta de 50,8%. O ministério informou que embora em números absolutos a doença apresente um acrescimo nos casos – de 610 casos confirmados para 920, a incidência por 100 mil habitantes foi menor.

"Esse fato pode ser explicado pela ocorrência mais recentemente da febre amarela em áreas com maior contingente populacional (população sob risco), uma vez que foram afetadas as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Por outro lado, o número de municípios com casos humanos confirmados foi maior no período mais recente quando comparado com o anterior", diz o texto do Ministério.


Fonte: G1


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